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#palavrasnocaminho-Série Especial Oração-A conexão

A CONEXÃO

Oração é conversar com Deus, sendo você o emissor da mensagem e o Criador do Universo, nosso Deus Todo-Poderoso o receptor dos anseios mais profundos do seu coração.

 Quando pensamos na palavra “oração” naturalmente vem à nossa mente o significado mais comum que esta palavra representa para nós que é podermos nos comunicar com Deus, agradecer ao Criador pelo que Ele já fez por nós, pedir por algo que precisamos resolver ou alguém que esteja precisando de nossa ajuda (neste caso chamamos esta oração de intercessão).

Porém, “oração” é muito mais do que podermos agradecer e pedir algo para alguém, e certamente este alguém que devemos pedir e buscar, deva ser somente o Deus Todo-Poderoso do Universo, pois assim a Bíblia nos ensina. Oração é um meio da graça, onde poderemos estar conectados, em comunhão direta com Deus.

Nossa vida cristã começa pela ação sobrenatural do Espírito Santo de Deus que toca em nosso coração, em nossa mente, naquilo que nós somos como humanos, quando compreendemos o amor incondicional, totalmente incompreensível para nós mortais, onde o Criador do Universo se aproxima de nós, ao enviar seu Único Filho para vir ao nosso encontro aqui na Terra.

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Deus pensou em você e em mim (antes de nós nascermos), provendo a vinda do Messias, Jesus Cristo, e o “Ungido de Deus“, pudesse nos ligar ao Criador do Universo, ao Deus Todo-Poderoso.

A vida cristã começa por este favor imerecido de Deus em nossa direção. O Espírito Santo de Deus nos convida, ativando a chama do amor de Deus em nós, aplicando a morte substitutiva de Jesus Cristo, realizada em nosso favor, quando nós estávamos ainda espiritualmente mortos e longe de Deus. O Espírito Santo nos regenera, levando-nos ao arrependimento de nossos pecados, a podermos reconhecer quem nós somos e quem Deus é, e a partir deste momento, nascemos de novo, nascermos para Deus.

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Qual o significado do novo nascimento de forma prática, agindo em nós?

 A pessoa reconhece que de si mesma, pelo seu próprio esforço humano, por sua boa vontade, por suas atividades religiosas (por mais que se dedique para uma religião, na melhor das intenções, cumprindo rigorosamente o que a religião lhe ensina, jamais poderá agradar ao Criador pelo que ela é em sua essência, ou, através de suas boas atividades, ou através de seu excelente comportamento e exemplo religioso, ou através da frequência e assiduidade em todas as reuniões de sua religião), por suas próprias obras de bondade e caridade, por suas obras de justiça própria  não pode se salvar, não se salvará, não poderá agradar a Deus (mesmo cumprindo todos os ensinamentos religiosos daquilo que crê), pois, por mais que nos esforcemos perante uma religião, cumprindo rigorosamente o que está religião nos orienta, ainda assim viveremos uma vida inteira longe de Deus, devendo para Deus, estaremos sempre no vermelho, no débito perante o Criador, em algum dia, nosso pecado, nossa natureza pecaminosa aparecerá.

Viveremos uma vida vazia, se não tivermos nascido de novo. Estaremos ligados à atividades religiosas, escravizados por uma religião, tentando ser perfeitos aos olhos dos líderes de nossa religião, querendo agradar a homens, mas totalmente distantes e longe de Deus. De vez em quando seremos punidos, ou nos sentiremos culpados, muito culpados perante os nossos líderes ou nossos irmãos religiosos, porque em algum momento, aquilo que somos em essência aparecerá, e por comparação, estaremos sendo diferentes do modelo praticado pela religião (seremos diferentes em algum momento) pois somos humanos e certamente um dia, em um momento erraremos perante o padrão humano estipulado pela religião.

Este sentimento de culpa e medo nos perseguirá a vida inteira, se não estivermos conectados com Deus, através da salvação que Jesus Cristo nos dá. Nos sentiremos oprimidos se estivermos ligados à preceitos religiosos e não a Deus. Estaremos levando fardos pesados e ficaremos presos a eles, tentando ser perfeitos. Estaremos sempre devendo para alguém, para alguma religião. Viveremos na escuridão e em tristeza profunda, ou iludidos pelos que nos cercam e acreditam nas mesmas coisas que acreditamos, mas que não nos levarão a presença de Deus.

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Nossa própria justiça, aquilo que fazemos para agradar a Deus é considerado por Deus como um trapo, um pano sujo, com um cheiro desagradável. Pensa naquele pano sujo do banheiro da sua casa, cheio de bactérias, que foi passado no banheiro e que não foi lavado ainda esta semana. Ele cheira mal, dá nojo segurá-lo na mão ou pegá-lo. Você coloca aquele pano para ser lavado num balde. Lembra da cor da água que você vê. Assim, Deus nos vê quando tentamos nos aproximar dele agradando uma religião, cumprindo atividades religiosas, agradando aos homens. Nós não poderemos nos salvar seguindo uma religião. A justiça que praticamos através de uma religião não nos salvará. As atividades que realizamos perante Deus não nos salvarão.

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Você pode até não ser religioso e achar que não precisa de Deus em sua vida, porque você só faz coisas boas. Porém, esta tua bondade, esta justiça própria também não te salvará. Você poderá até pensar: “estou satisfeito com a vida que vivo e não preciso ser salvo“, porém, um dia, você prestará contas para o Criador da sua negação de Deus e ingratidão perante a salvação que Deus lhe proporcionou com a morte de Jesus, conforme a Bíblia nos apresenta em Mateus 10:32,33 as palavras de Jesus:-  “Quem, pois, me confessar diante dos homens, eu também o confessarei diante do meu Pai que está nos céus. Mas aquele que me negar diante dos homens, eu também o negarei diante do meu Pai que está nos céus.”

Verifiquemos a mensagem do profeta Isaías à respeito daqueles que acreditam poderem se justificar perante Deus pelas coisas que fazem: “Vens ajudar aqueles que praticam a justiça com alegria, que se lembram de ti e dos teus caminhos. Mas, prosseguindo nós em nossos pecados, tu te iraste. Como, então, seremos salvos?
Somos como o impuro — todos nós! Todos os nossos atos de justiça são como trapo imundo. Murchamos como folhas, e como o vento as nossas iniquidades nos levam para longe.” Isaías 64:5,6

Novo nascimento, vem do alto, vem de Deus, quando cremos que somente Jesus Cristo pode nos salvar!

“Todo aquele que crê que Jesus é o Cristo é nascido de Deus, e todo aquele que ama o Pai ama também ao que dele foi gerado.” 1 João 5:1.

A Bíblia no evangelho de João declara que Jesus Cristo é o Logos, a Palavra, estava com Deus no mundo, o mundo foi feito por intermédio dele, mas o mundo não o reconheceu. O mundo continua rejeitando a Cristo, sua morte e ressurreição. Cristo está vivo. Muitas religiões falam até Dele, mas vivem distantes do que Ele ensinou ou colocam ele de lado, diminuindo sua importância e significado.

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Aquele que é a Palavra estava no mundo, e o mundo foi feito por intermédio dele, mas o mundo não o reconheceu. Veio para o que era seu, mas os seus não o receberam. Contudo, aos que o receberam, aos que creram em seu nome, deu-lhes o direito de se tornarem filhos de Deus, os quais não nasceram por descendência natural, nem pela vontade da carne nem pela vontade de algum homem, mas nasceram de Deus.” João 1:10-13

É Deus que nos chama, nos escolhe para pertencermos a sua família, o chamado depende de Deus:

“Pois aqueles que de antemão conheceu, também os predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho, a fim de que ele seja o primogênito entre muitos irmãos.  E aos que predestinou, também chamou; aos que chamou, também justificou; aos que justificou, também glorificou.” Romanos 8:29,30

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Dois fatos são importantes quando cremos que Jesus morreu em nosso lugar, em nosso favor: a libertação da culpa e da penalidade do pecado e a libertação do poder e da presença do pecado, atuando em nós.

 Somente crendo que Jesus Cristo morreu em nosso lugar somos salvos e como consequência: – a libertação da culpa e da penalidade do pecado, das nossas dívidas para com Deus. Cristo pagou a nossa dívida para com Deus, a dívida do pecado, sofrendo e derramando seu precioso sangue na Cruz do Calvário (onde os piores ladrões de sua época morriam crucificados), nos justificando perante Deus.

Somente Jesus Cristo poderá te salvar e te livrar da culpa imposta pelo seu próprio pecado, da culpa imposta pelos homens, da culpa imposta por ser impossível você ser perfeito perante Deus nesta existência, cumprindo rituais religiosos, seguindo orientações de uma religião humana.

A partir deste nova vida que Cristo quer nos dar, a partir do chamado de Deus em nosso favor, começamos a vida cristã, um novo propósito nasce em nosso coração de desejarmos seguir a Jesus Cristo e isto vem de Deus, da atuação diária do Espírito Santo de Deus, que nos ajudará a vencer as tentações, a fugirmos do pecado. Novo nascimento não nos livra da presença do pecado em nós, mas nos conscientiza para a necessidade de buscarmos a Deus diariamente, termos comunhão com Ele, através da atuação do Espirito Santo de Deus em nosso coração que nos dará poder para vencermos o pecado, as tentações.

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Nesta conexão com o Criador, que Jesus Cristo nos proporciona através deste novo nascimento, passaremos a utilizar de alguns meios visíveis da graça, pelos quais Cristo transmite a sua Igreja, os benefícios de ser Ele o nosso único mediador, como: a leitura da Palavra de Deus, a Bíblia, a oração individual (nossa comunicação pessoal e íntima com o Deus vivo), a meditação diária, lendo, digerindo, entendendo, refletindo sobre os ensinamentos lidos na Bíblia, aprendidos na Igreja, a necessidade de comparecer a um momento semanal de adoração, a um Culto de Adoração ao Criador do Universo, ao Deus Todo-Poderoso, a participação no batismo e na Ceia, a comunhão com os irmãos e irmãs em Cristo, a oração coletiva, realizada por alguma pessoa que segue a Deus, por intermédio de Jesus.

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Todos os meios da Graça são importantes em seu conjunto em nossa conexão com Deus Todo-Poderoso, em nosso processo de santificação diário, na busca de maturidade, onde o modelo apresentado por Deus a nós, é Jesus Cristo que deverá ser seguido.

“Falando novamente ao povo, Jesus disse: “Eu sou a luz do mundo. Quem me segue, nunca andará em trevas, mas terá a luz da vida”. João 8:12

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Reflita: Sigo a Deus, sigo a Jesus Cristo, ou sigo preceitos religiosos ensinados por uma religião? Nasci de novo e sou salvo por Jesus Cristo, ou, penso que serei salvo pelo meu próprio esforço humano? Se você não nascer de novo, não reconhecer Cristo em sua vida jamais poderá ver o Reino de Deus. Conecte-se com Deus através de Jesus, crendo na sua Graça e no sacrifício que Cristo fez por você, sem você ser merecedor deste fato. Busque a Deus em oração, através do único mediador que te pode levar para Deus, Jesus Cristo. Seja livre com Jesus e viva para sempre com Deus!

Pr. Luiz Francisco Contri

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